Do ponto de vista estratégico, a gestão de estoques no varejo aumenta a eficiência. A prática:
quando você sabe quanto estoque você tem e quanto precisa, você pode identificar os níveis de estoque com mais precisão, reduzindo assim os custos de armazenamento e transporte de mercadorias em excesso. Outras economias incluem frete, logística, depreciação e o custo de oportunidade que advém de não ter um produto alternativo que possa vender melhor.
Minimiza a falta de estoque:
para evitar a decepção dos clientes e a perda de vendas, os varejistas desejam evitar a falta de estoque. Os varejistas podem usar ferramentas de gerenciamento de estoque para determinar quanto estoque é “certo” para ter em mãos, nem muito nem pouco. Esse valor será maior para os mais vendidos do que para os produtos impopulares. Além disso, com informações em tempo real sobre vendas e estoque, os varejistas podem reagir rapidamente fazendo novos pedidos, transferindo o estoque de outro local ou enviando diretamente para o cliente.
Melhora as margens de lucro:
Com custos de estoque mais baixos e fornecimento suficiente para atender todos os pedidos, os varejistas melhoram a lucratividade.
Previne a deterioração e a obsolescência:
A gestão de inventário ajuda os retalhistas a resolver outra ineficiência dispendiosa que ocorre quando os produtos expiram ou se tornam obsoletos. Este fenómeno pode aplicar-se a produtos perecíveis que têm um prazo de validade limitado, como leite e carne, ou a produtos não perecíveis que se tornam obsoletos porque os gostos dos consumidores e a tecnologia mudam. Por exemplo, coleções sazonais ou embalagens específicas para feriados.